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End of the Fucking Disturbing Days dezembro 22, 2006

Posted by Felipe "Dero" in Anyway, You and Me.
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Faz tempo que eu não passo por aqui, mais por ser minha homepage cansei de ver esse “About:Me”(23 de Outubro? Carai!). Muitas coisas mudaram/aconteceram desde que escrevi aqui pela ultima vez, que eu me lembre, nada de espetácular, mas vejamos o que consigo me lembrar de tudo que aconteceu.

Em novembro coisas tiveram que acontecer, até outro dia eu namorava, hoje em dia eu sou mais vagabundo que uma puta numa grande avenida esperando um louco desesperado por sexo com a carteira cheio de onças prontas a saírem de lá.

Mais para ser exato, em novembro fui a São Paulo, no lançamento do livro “comunitário” da minha tia, isso sim foi uma grande aventura, e já que não apareço aqui a tempos, por que não contar a vocês?

Tudo começou quando eu fiquei sabendo que teria esse lançamento, e todos aqui em casa concordaram em ir, iria ser legal e fora da rotina, no mesmo dia eu passei boa parte da madrugada conversando com o Kioshi pelo microfone, uma das conversas informais e divertidas que temos ao longo dos tempos, e eu acabei me tocando que ele era de lá, pensei, por que não encontrar com ele? Bingo, perguntei onde ele morava, e ele confirmou que era perto de onde seria o lançamento do livro, assim então, combinamos de eu ir até a casa dele e de lá ir até o tal bar, assim teríamos a oportunidade de conversar e se conhecer pessoalmente.

O evento seria no dia 22, no dia 21 a tarde eu fui com o pessoal aqui de casa no shopping, comprar umas roupas legais e um tênis novo (Olympikus Tube Revolution Preto) para ir, foi um dia daqueles, ótimos para relembrar os velhos tempos, em que todo sábado íamos ao shopping, cinema, almoço em restaurante, cafezinho, gastar dinheiro e coisas do tipo, coisas que fazia quando tínhamos dinheiro extra no fim do mês e eram todos livres de qualquer problema de saúde. Ao voltarmos, entrei no MSN e encontro com o Kioshi lá, conversando com ele percebi que ele não estava legal, e ele me contou que realmente não tava bem, estava começando a ter mais uma crise de dermatite, mais eu dei uma “leve” animada nele e falei que não queria ele cabisbaixo para o dia seguinte, que íamos nos encontrar.

Dia seguinte, dia do lançamento, levanto para ir pra escola, fui todo ansioso para viajar, afinal, viajar no meio da semana é legal, principalmente pra sair da rotina e beber (lalala….). Quando foi meio dia, fui dispensado do colégio a pedidos da minha mãe, cheguei em casa, tomei aquele banho, coloquei a roupa social estilosa, peguei dinheiro, e fui mais cedo, eu peguei o ônibus das 14:10, enquanto o pessoal aqui de casa iam pegar o das 16:00, resolvi ir mais cedo pra poder ir até o Kioshi, e as 19:00, hora do evento, todos se encontrariam no bar. Fui até o ponto de táxi, peguei um e fui pra rodoviária, esperei o ônibus chegar, comi alguma coisa e entrei no ônibus. Quando estávamos saindo, perguntei o tempo de viagem (sendo que eu esperava umas três e meia eu já estar em São Paulo), e o motorista bem desagradável me disse que iríamos chegar só as quatro ¬¬.

No meio da viagem eu acabei dormindo (será que eu ronquei? =/ ), mais foi coisa rápida, eu tava bem cansado, chegando no Jabaquara, eu peguei o celular e liguei pro Kioshi…

 

– 9 .. X.. X… X…., chamando……., Sua mensagem será encaminhada para caixa de mensagem…..

– Não! Não agora!

 

Peguei o celular e liguei pro Jin, pedi pra que ele procura-se o telefone da casa do Kioshi, uns 20 minutos depois, ele me passou e lá foi eu tentar…

 

– Vamos lá! 3 … X… X… X…, chamando……., Sua mensagem…..

– Ok…agora é a hora de entrar em pânico? É! OH SHIT!!!!

 

Sentei no banco do terminal e liguei pra um amigo meu, o Fabão, ele é quem ia me dar a carona até a casa do Kioshi, ele tava saindo do mercado, ia até em casa, deixar as coisas e ir me pegar (ele mora no Pacaembu, e achou que era rapidinho), isso era umas quatro e meia. Eu tentei mais vezes achar o Kioshi, mais sem sucesso, agora, por que eu tava tentando achar ele eu acho q esqueci de mencionar, “Eu” esqueci de pegar o endereço dele ^^.

Bom, resolvi ligar para minha tia, não a do livro, mais a outra, e pedi pra ela tentar rastrear atravéz do numero o endereço (lance de matrix esse, não?), mas, também sem sucesso.

Nesse momento, eu já tinha desistido, e ia esperar a mãe e o vô chegarem até a rodoviária, eles chegavam as 6, eram 5:45 quando o Fabão ligou falado que tava na entrada do metrô na rua de trás (oO), confesso que eu já tinha até esquecido que ele tava vindo, cheguei lá, entrei no carro, e ele começou a xingar, ele não lembrava que o Pacaembu era tão longe do Jabaquara.

Expliquei toda a confusão, e ele tava indo pro cursinho de design de interiores, ele sugeriu que eu fosse com ele e depois ele me deixava no bar, mas eu expliquei que tinha q estar no bar as sete, então decidimos que iríamos até a casa dele pegar o material dele e então ele me deixaria no bar.

E assim foi, mas percebemos que estávamos um tanto atrasados, eram quinze para as sete quando saímos de lá, e ele entrava no curso as sete e meia. Que seja, lá fomos nós. Eu jurava que seria o mais atrasado, que todo mundo já estava lá, quando chegamos ao tal bar perdido no meio de imensos prédios e várias casas imensas, um bar com a faixada do tamanho “a-lá-casa-dos-little”, lembram da pequena casa dos Little no filme infantil Stuart Little?, então, era mais ou menos isso, mas quando eu entrei no lugar, realmente vi que as aparências enganam, ele era grande, dois andares, ambiente meia luz, não tinha som nenhum (único defeito do lugar), tava passando um jogo da Champions League na TV (Werder Bremen x Chelsea), um clima definitivamente gostoso. Quando cheguei na porta do lugar, o padrinho da minha mãe, que foi convidado, estava sentado na primeira mesa do lado de fora, eu cumprimentei ele, sentei na mesa e automaticamente me perguntei, “Cadê todo mundo?”, pro incrivel que pareça, nem minha tia, que era a escritora do livro tinha chego (¬¬ burrice a minha pensar que estava atrasado ¬¬).

Após certo tempo conversando com o padrinho da minha mãe, e quase ficando com torcicolo de tanto olhar pra trás, pra ver se alguém chegava, minha tia chegou, junto com a amiga dela e o marido da amiga, que são bastante conhecidos nossos, a amiga dela, Elizandra, é considerada a quarta filha, a filha adotiva do meu avô, de tanto que ela é da família. Eles sentaram na mesa conosco e o garçom trouxe aquela Skol (aquelaaaa iskól!), e o garçom marcou um momento incrivel de habilidade com a garrafa, ele chegou e nos perguntou:

 

– Com ou sem espuma?

 

Todos fizeram aquela cara de “Mas que porra é essa?”, e um se arriscou, e falou sem espuma, ele puxou o copo para trás com a garrafa e fez o liquido ir até a boca sem sombra de espuma. Eu me arrisquei a pedir com, pra ver o que ele iria fazer, para minha surpresa, o garçom foi com a garrafa a uns 45 centímetros do copo, mais ou menos na altura do seu peito, ele devia ter 1,70 de altura, e virou a garrafa, e ele fez um copo de cerveja perfeito, com uns três dedos de espuma, no limite, sem encostar no copo ou coisa parecida, o que um pouco de experiência e prática não fazem, né?

Bom, quando foi lá pras oito da noite, chega a mãe, o vô, o Pepe e a Isa, que são amigos da família a muitos anos.

Resolvemos trocar de mesa, ir para uma lá dentro. Passamos a noite toda rindo muito, bebendo, comendo alguns aperitivos, mas pelo fato de já ser bem tarde e eu iria ter aula no dia seguinte, e nós tínhamos quase certeza que não chegaríamos no Jabaquara antes do ultimo ônibus, então o padrinho da minha mãe ofereceu a casa para nós passarmos a noite. Lá pra meia noite, uma hora, já nem lembro mais, resolvemos todos ir embora, estávamos todos meio alto, menos meu avô que não bebe mais. Chegando no apartamento do padrinho da minha mãe, sentamos na biblioteca pra conversar um pouco mais, fiquei um tanto chocado com as raridades de livros, LPs e artefatos que ele comprou na Europa junto com sua já falecida esposa.

Lá pras 2 da manha fomos durmir, mas quando era 7 já estávamos todos de pé, claro, após um avião passar fazendo um PUTA barulho em cima do prédio, qualquer um acorda! Conversamos um pouco mais e fomos pro metrô, e assim pro Jabaquara e assim então, pra casa.

Chegando aqui resolvemos descer no shopping para comprar alguma comida, acabei comprando também o DVD do Star Wars IV, sendo que eu tenho todos os 6 em CD \o/.

Aventura divertida foi essa, Agora vamos a dezembro. Sem muitas novidades, apesar que eu consegui pela primeira vez em muitos anos passar de ano direto, ter feito a matricula num colégio fodão noturno, garantia de trabalho (se tudo der certo!).

Nossa, acabei de lembrar que eu gosto de escrever, já tinha esquecido que isso é legal, se eu tiver paciência, ainda hoje eu escrevo sobre o quão viciado em séries eu estou entre “otras cositas más”.

 

See U Soon!

Comentários»

1. Dero Litchfield - dezembro 22, 2006

Ups! Isso acabou ficando grande

2. Guilixz - fevereiro 16, 2007

Caracas… eu li tudo… tu gosta de escrever, dero… CARACAS!

Dahora a Aventura
auhauhauahuhaa
flws ^^


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