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Dia da Minha Mãe. maio 10, 2009

Posted by Felipe "Dero" in You and Me.
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Hoje, segundo domingo de maio, é conhecido como “Dia das Mães”, errado! Hoje, é dia da Minha Mãe!

Mãe

Mãe

Em quatro meses, eu à vi duas vezes, não foi o necessário, mas, foi o possível, e hoje, depois de dezessete anos, eu estou passando este dia longe dela, sinto a falta da pessoa magica que ela é, sinto falta do conforto do seu colo, da sua comida, dos seus mimos, da sua conversa, até mesmo de suas reclamações. Mas, ela, é minha mãe, meu ninho, meu porto seguro, meu ventre, meu refúgio para qualquer momento, e acima de tudo, ela é minha amiga, a minha melhor amiga, minha companheira de noite, minha companheira de dor e de vida. Estou voltando agora de um barzinho, lugar onde estou acostumado com a compania dela, não tinha, tinha de um amigo, foi suficiente, mas não era ela. Tocaram a música ‘Te Devoro, do Djavan’ me lembrou a ultima vez que de fato escutei-a. E foi junto dela, do ladinho, dançando junto, com o calor do corpo-a-corpo, com o suor saudável da noite, e viajando nas palavras “Meus sinais, me confundem da cabeça aos pés, mas por dentro eu te devoro(…)”, pode até não ser uma música apropriada para um momento mãe e filho, mas você, mãe, sabe o que significa para nós. Essa nossa distância nos incomoda, você no fundo quer o filho debaixo da asa, e eu, explicitamente, quero estar, debaixo de sua asa, sinto falta desse calor, dessa proteção, mas agora, estou no mundo, tomando vergonha na cara e começando a ser alguém, alguém que eu deveria ter me tornado anos atrás, mas cai num poço de tristeza e depressão, que a principio você não entendeu, se assustou, mas depois, entendeu, compreendeu e me ajudou, e hoje, o seu ‘projeto de gente’ está aprendendo e virar gente, está crescendo, o pássaro, saiu do ninho e está voando, e a mãe olha do alto feliz, contente vendo o filho voar e ganhar o vasto mundo que ele pode conquistar. A distância tem nos matando, nos ‘devorando’, mas como diria Cazuza, “(…)não, o tempo não para, não para não, não para!(…)”, e pra mim, mãe, o tempo ainda está parado naquele seis de janeiro de dois mil e nove, nós, sentados na cama do vô, eu chorando e você emocionada me auxiliando, e me dizendo “Filho, você vai, mas você volta, aqui é sua casa!” E de fato mãe, eu voltarei, e voltarei pro seus braços dos quais eu sinto tanta falta de ser abraçado, de sua face de tão bela que é, até nos momentos em que eu perco a razão e você briga comigo, como uma mãe, mas saiba, que hoje, eu dedico esse dia a ti, minha mãe, minha amiga, minha vencedora, minha, e só minha. Peço que o maestro pare o concerto, me conceda um microfone e me permita dizer, “Mãe, você é o detalhe mais importante de minha vida, sem você não sou nada, eu, eu te amo”. E de fato, te amo minha pequena, e nada nesse mundo vai fazer isso mudar, até mesmo por que, como você, não existe mais ninguém no mundo, e pra mim, acima de qualquer coisa, dinheiro, sucesso, dor, conquista, prazer, tudo, você é a coisa mais importante, e minha maior prioridade em vida, e você, sabe bem disso. Só posso dizer agora, você é uma vencedora, você é uma mãe, você é a mulher mais incrível que eu conheço e que vou conhecer a minha vida inteira, sendo assim, Michelle Obama, quem é ela, eu conheço Nane de Oliveira, minha mãe.
Eu te amo, sorria neste dia, e em breve, quando menos esperar, estarei no seu colo, pedindo mimo.

Eu te amo minha mãe, e sorria, você merece.

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